Quando o Criador Dobra o Tempo: O Milagre Que Terroristas Não Podem Explicar
- Ludwig Aramuni Goulart

- 5 de mar. de 2025
- 3 min de leitura

Há momentos em que o invisível se torna gritante. Quando os céus decidem agir, até o tempo obedece. Foi exatamente isso que aconteceu no sul de Tel Aviv, em Bat Yam e Holon, no dia 20 de fevereiro de 2025. Um plano meticulosamente arquitetado para causar terror e destruição em massa falhou de forma tão absurda que até quem não crê precisou admitir: “Foi um milagre.”
Cinco ônibus israelenses eram o alvo. As bombas foram instaladas e programadas para detonar justamente no horário de pico da manhã, durante o fluxo intenso de trabalhadores, mães, crianças e jovens a caminho da escola. O ataque foi calculado para atingir o coração do povo. Mas, por alguma razão inexplicável — ou melhor dizendo, divina —, os temporizadores foram ajustados para explodirem não pela manhã (a.m.), mas à noite (p.m.).
Resultado?
À noite, os ônibus estavam vazios. Três foram destruídos pelas explosões, mas sem uma única vida perdida. Outros dois ainda foram encontrados a tempo e desativados.
Como bem escreveu um jornalista dos Emirados Árabes Unidos, Amjad Taha, em sua conta no X/Twitter:
“Quando Deus escolhe protegê-lo, Ele dobra o próprio tempo, transformando de manhã para tarde. Foi uma intervenção divina ou os cegou? Terroristas islâmicos palestinos da Cisjordânia definiram sua bomba para a tarde em vez de manhã, um ataque destinado a massacrar mulheres e crianças israelenses durante a corrida da manhã, apenas para detonar em um estacionamento vazio. Um erro ou um milagre?”
Agora, pense comigo: que tipo de erro tão grotesco poderia acontecer num plano dessa magnitude? São profissionais do terror, treinados e calculistas. Não existe espaço para falhas tão básicas em operações assim. E, ainda assim, falharam de forma catastrófica.
Esse acontecimento ecoa uma antiga história registrada em Shoftim (Juízes) 7, quando Gideon ouviu o relato de um sonho no acampamento inimigo:
“Eu tive um sonho. Um pedaço de pão de cevada estava caindo no acampamento de Midian e veio até a tenda e bateu nela para que caísse e a virou de cabeça para baixo, de modo que a tenda ficou estendida no chão.” (verso 13)
E a interpretação veio logo depois:
“Esta não é outra coisa senão a espada de Gideon, filho de Joás, homem de Israel. Deus entregou Midian e todo o exército em suas mãos.” (verso 14)
Até o inimigo reconheceu a atuação do Criador, mas, mesmo assim, permaneceu no campo de batalha. Cegueira espiritual. Orgulho mortal.
Agora volto a você: quantas vezes ignoramos os sinais evidentes de que o Criador está agindo ao nosso redor? Quantas vezes precisamos ver “nes” (נֵס) — milagre, sinal, bandeira — levantado diante dos nossos olhos para então despertar?
Quando até inimigos e jornalistas árabes começam a admitir: “Foi o Deus de Israel quem interveio”, será que estamos realmente percebendo o quanto somos guardados? Ou estamos tão distraídos, tão ocupados em nossas rotinas, que já nem damos glória ao Criador pelos livramentos diários?
E mais: será que nossos próprios erros, distrações e pecados não nos tornaram tão cegos quanto aqueles que colocaram a bomba para detonar no horário errado? Afinal, quem está realmente dormindo enquanto o mal trama?
🫀 Você vive como quem tem certeza de que o Criador ainda age com poder nos mínimos detalhes da sua vida?
🌳 Será que você reconhece os milagres de cada dia ou os trata como meros acasos?
Esse episódio recente nos mostra que o Deus de Gideon ainda é o mesmo. E que, por meio de Yeshua, Ele continua a dobrar o tempo, cegar inimigos e preservar vidas — inclusive a sua. Mas milagres não são troféus para admiração. São chamados ao arrependimento. São convites para voltar ao propósito.
E se o Criador hoje decidiu proteger Israel, desviando bombas e confundindo relógios, será que não está também protegendo você para que finalmente acorde e viva aquilo que foi chamado a viver?
Ludwig Goulart @ludsocial




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